Ontem tive um encontro inusitado com pessoas ilustres.
Deparei-me com Agostinho Carrara e logo depois com Viúva Porcina.
E quando já estava me recuperando de tanta emoção, quem aparece?
Reginaldo Rossi e Lady Kate.
Isso sem falar de todos os que estavam comigo.
Brincadeiras à parte, ontem fui numa festa brega organizada pela igreja.
E eu tentei ficar bem esquisitinha, mas fui superada, sem sombras de dúvidas, pela galerinha mais velha (Não me levem a mal!) que além de ser criativa, viveu isso mais de perto do que eu, né? rsrsrs
Teve de tudo... ilustres, os bregas desconhecidos, as dançarinas do forró típico do nordeste e é claro muita comida.. porque esse Povo de Deus nem gosta de comer ( Não me levem a mal novamente)!.
Além de toda essa breguice, ainda tivemos que ficar adivinhando os nomes dos cantores das belíssimas músicas desse estilo nonsense.
E coitada de mim, não sabia nenhuma. Para não dizer nenhuma, só Fagner porque de fato, eu adoro o Fagner.
Percebi que não era só eu que era fã declarada de um brega. Tinham os apaixonados por José Augusto, Leandro e Leonardo, Amado Batista, Roberta Miranda entre outros, mas prometo que não darei nome “aos bois"! A verdade mesmo é que todo mundo adora um brega e que todos estavam adorando aquela oportunidade de se vestirem sem muito critério, sem ter que combinar, sem ter que ficar "bunitinho”. Eu pelo menos, adorei!
Para fechar o assunto, só queria ilustrar que artistas atuais estão considerando o brega como obra cult. Isso significa que várias Bandas cultuadas na atual cena musical brasileira gravam sucessos de artistas que já foram considerados cafonas.
O brega dos anos 70 que era o símbolo do conformismo popular dos tempos da ditadura, agora é visto como se fosse um ritmo "transgressor e vanguardista"



