sábado, 8 de junho de 2013
Eu quero é ser feliz!
Eu quero é ser feliz.
Mas parece que incomoda.
Não vale a pena absorver toda a energia ruim que tem por aí.
Visto a carapuça de super mulher, mas a verdade é que absorvo tudo, de bom e de ruim.
Com isso ganho dores no corpo sem explicação plausível.
A verdade é que sou sensível a flor da pele.
E ainda não aprendi a controlar minhas emoções.
Talvez um dia eu consiga.
Até lá, serão muitas tentativas, acertos e erros.
Até lá, vou imaginando que não serei mal interpretada nessa vida.
Até lá, vou sonhando que felicidade não precisa ser escondida.
E o mais importante, vou aprendendo a ser eu mesma.
Sem pudor e sem pedir licença.
By Fabiola Sant'ana
domingo, 26 de maio de 2013
domingo, 12 de maio de 2013
Minha Alma Inquieta
Tudo que vem para mim, agradeço.
Se é intenso, repenso.
Se é muito, guardo.
Se é novo, uso logo.
Quando quero, persisto.
Quando não consigo, sofro quieta.
E se erro, tento acertar novamente.
Nem sempre consigo, mas é porque sou normal.
Levanto a cabeça e vou.
Muitas vezes quero mais, talvez seja o que mais me inquieta.
Quero saber, aprender, não temer.
Sentir desconforto, dor no estômago...que me desafia a não ser fulgaz.
E mesmo antes do raiar do dia, nas minhas insônias, sorrir no vazio.
No silêncio tardio.
Minha alma inquieta que tanto amo.
By Fabiola Sant´Ana
Tudo que vem para mim, agradeço.
Se é intenso, repenso.
Se é muito, guardo.
Se é novo, uso logo.
Quando quero, persisto.
Quando não consigo, sofro quieta.
E se erro, tento acertar novamente.
Nem sempre consigo, mas é porque sou normal.
Levanto a cabeça e vou.
Muitas vezes quero mais, talvez seja o que mais me inquieta.
Quero saber, aprender, não temer.
Sentir desconforto, dor no estômago...que me desafia a não ser fulgaz.
E mesmo antes do raiar do dia, nas minhas insônias, sorrir no vazio.
No silêncio tardio.
Minha alma inquieta que tanto amo.
By Fabiola Sant´Ana
sábado, 11 de maio de 2013
Rainha Mãe
Eu vou e venho sem pensar...
Se te escuto, nem pestanejo... vou correndo.
Tua voz ainda de criança me amolece.
Ser mãe é algo assim... com atitudes que muita gente não entende.
É meio exagerado mesmo!
Um destempero só.
E eu sou assim.
Amo mesmo, amo muito e não nego.
Ainda me emociono com seus feitos e me pego muitas vezes o observando de longe orgulhosa de mim e dele.
Vejo tanto dele em mim.
Vejo tanto de mim nele.
E quando me pede cafuné, mesmo que cansada, não nego.
E hoje em um desses momentos falei para ele que esse dia só é muito especial porque ele existe e ele me disse que se ele não existisse eu não seria uma rainha.
Então é isso mesmo! Sou uma rainha, pelo menos para ele.
By Fabíola Sant´Ana
Eu vou e venho sem pensar...
Se te escuto, nem pestanejo... vou correndo.
Tua voz ainda de criança me amolece.
Ser mãe é algo assim... com atitudes que muita gente não entende.
É meio exagerado mesmo!
Um destempero só.
E eu sou assim.
Amo mesmo, amo muito e não nego.
Ainda me emociono com seus feitos e me pego muitas vezes o observando de longe orgulhosa de mim e dele.
Vejo tanto dele em mim.
Vejo tanto de mim nele.
E quando me pede cafuné, mesmo que cansada, não nego.
E hoje em um desses momentos falei para ele que esse dia só é muito especial porque ele existe e ele me disse que se ele não existisse eu não seria uma rainha.
Então é isso mesmo! Sou uma rainha, pelo menos para ele.
By Fabíola Sant´Ana
sábado, 6 de abril de 2013
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Nem sei o que eu escrevo
Está tudo tão inquieto,
O vento quase não sopra, mas sinto arrepios.
Parece que o que paira no ar tem o peso de um cajado.
Onde estão as respostas?
Será que é preciso ir para tão longe?
Mesmo que ninguém entenda minha solidão.
Até que venham com suas opiniões tão recheadas de vazios.
Conversas ocas que não escuto.
Minha cabeça voa para longe daqui.
Escrevo um roteiro, cheio de erros.
Cheio de defeitos.
Cheio de mim.
Imperfeito. Entranhado.
Nem sei o que eu escrevo....
By Fabíola Sant´Ana
Está tudo tão inquieto,
O vento quase não sopra, mas sinto arrepios.
Parece que o que paira no ar tem o peso de um cajado.
Onde estão as respostas?
Será que é preciso ir para tão longe?
Mesmo que ninguém entenda minha solidão.
Até que venham com suas opiniões tão recheadas de vazios.
Conversas ocas que não escuto.
Minha cabeça voa para longe daqui.
Escrevo um roteiro, cheio de erros.
Cheio de defeitos.
Cheio de mim.
Imperfeito. Entranhado.
Nem sei o que eu escrevo....
By Fabíola Sant´Ana
Realidade
Me envergonho de minhas insatisfações cada vez que escuto histórias de verdade. Não que a minha história não tenha alma, nem verdade. Não é isso! Mas é que por muito pouco sofremos em vão.
Aí tenho alguns choques de realidade como quando escuto a história de vida da minha mãe.
É quando retorno para meu lugar e me recomponho.
Me recordo então da ótima vida que tenho e que por mais que eu reclame de falta de tempo, ainda me sobra tempo para escrever, tomar um bom vinho com meu amor, caminhar, rir com meus amigos, praticar meu pilates, levar meu filho no colégio ... tanta coisa boa!
Não tenho vergonha de reconhecer isso.
By Fabíola Sant´Ana
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