segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Bolhas, borbulhas, borbulhantes...


Borbulhas,
Borbulhante.

O ano virou e as bolhas subiram.
Cada vez que olhei para o copo de champagne me encantei com as bolhas..
Um balé com sincronia, constância, intensidade e beleza. Perfait!
Nesse momento pensei na vida e comecei a metaforizar, o que é já é de meu costume.
Não é assim que queremos?

Intensidade de emoções,
Sincronia para nada dar errado,
Constância para termos equílibrio
e encontrar a beleza em tudo que buscamos?

Entendo então num piscar de olhos que ao segurar esse copo posso segurar também a minha vida.
Talvez nem sempre tenha um gosto que dê tanto "frisson".
Mas eu sei que ao me sentir responsável pela minha vida posso guía-la para os caminhos mais corretos que conheço, caminhos do meu coração, caminhos da minha fé, caminhos dos conselhos dados pelos meus pais que foram ouvidos e guardados.

Agora não são mais "bolhas de idéias" apenas.

Cada bolha tem sua função.
No champagne, as bolhas são na verdade elevadores para os aromas, o que potencializa a degustação.
Na minha vida, as bolhas de idéias potencializam os meus sonhos e são degraus onde a cada texto coloco para fora um pouco mais de mim e ao fazer isso me conheço e cresço.

Um Ano Novo borbulhante para todos que passam por aqui...
bjs

Por
Fabíola Sant`Ana

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

ho ho ho

Gargalhadas, conversas ao longe...
Olhares engraçados, o som do mastigar.
A música está alta mas não incomoda.
Da lambada a léo e Vítor...só ouvidos.
Mágica do natal?
Surreal ou tradicional?
Tropeços de crianças e brinquedo pra todo lado.
De fora observo cada um, cada mente, cada pensamento.. mas algo me escapa.
Deixei passar.
Passaram-se 10 anos desde a última troca de presentes e você estava aqui.
Vc faz falta! Lembrei-me de ti com muito carinho e vejo seu sorriso para nós agora ao longe. Está feliz, né?
Meu pensamento voou...
E agora voltei para sorrir para mais um natal.
O natal da sua família. Da minha família. Da família de cada um.
Um pouco tímidos e até distantes, mas juntos. De alguma forma, juntos outra vez.
ho ho ho

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Pequeno, pequenino

Pequeno, pequenino
Há tanta sapequice dentro de você...
Há também o futuro que eu sonho
Será médico, bombeiro ou marketeiro?
Pequeno, pequenino
Desprevino-me a cada notícia que você está de castigo.
Porque me espanto com tanta arte e tanta curiosidade? Porque se espantam e me espantam?
Não ria pequenino... eu sei que hoje é só o 5º ano de sua vida.
É que mães se questionam muito e se perdem nas vias de mão dupla da educação.
Pequeno, Pequenino
Guardei nas minhas orações tantos pedidos pela sua vida.
E é quando você dorme que pouso minha mão sobre ti e clamo.
Pequeno... Não tão pequeno assim.
A bicicleta te chama, o Ben 10 te espera e a bola está rolando.
Hoje é seu dia.
Mamãe tá chegando e de mãos dadas, bem juntinhas, sopraremos essas velas.
Te amo.

domingo, 22 de novembro de 2009

Fases

Fases...
Todo mundo diz que é só uma fase e vai passar.
Fase ruim ou fase boa.
Seja lá qual for tem limite de tempo e hora marcada.
De uma fase boa para outra fase boa e quem sabe depois uma ruim.
Não importa.Passa!
Sente, sinta e sorria.
Sente, analise e resolva.
Sorria, sinta e levante-se.
Priorize, analise mas não julgue.
Não esqueça que tudo passa.
Fases...

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Usa-me!

Renova-me, quebranta-me, enche-me e usa-me!

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

A vida é....

" A vida é aquilo que acontece enquanto você planeja o futuro".

Li essa frase num "busdoor" essa semana e me peguei refletindo no meio de um engarrafamento daqueles. Acho que nunca tinha lido uma frase tão curta sobre a vida que dissesse tanto. Pelo menos para mim...

Kisses and a good time for you.. enjoy your life ever and forever...

Bye

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Observando


A vida é tão curta que diante da morte tudo fica ínfimo. Li um texto da Marta Medeiros essa semana que falava sobre isso.
Essa busca contínua por sucessso fica tão banal diante a uma doença.
A correria desmedida, os aborrecimentos sem sentido e as noites mal dormidas perdem seu valor diante a proximidade do fim, diante ao olhar de alguém que de fato está sofrendo e diante a possibilidade de tudo se acabar assim de repente.
Sempre levei isso comigo. Não me esqueço de viver, de sentir, de sorrir, de olhar o mundo sempre de formas diferentes, de ter várias opiniões sobre um fato e de mudar de opinião se for o caso. Não me enrijeço, não vejo graça em guardar rancor e orgulho e gosto de ser maleável para me possibilitar a ir em direções que não conheço.
Sei de todas as responsabilidades que carrego e é preciso honrá-las. Não me oponho a isso.
Mas isso não dificulta que meus olhos sempre achem uma paisagem diferente todas as vezes que abro minha janela e muito menos não determina que eu precise ser alguém "pesado". Não me esqueço que daqui a 50 anos provavelmente não estarei mais aqui...sendo assim falta pouco, então pra quê me estressar e me desesperar. Vivo a vida com leveza e confio em Deus. É assim que escolhi viver e vc?
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